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queninhada.com.br - Catálogo de Pássaros e Aves Liberados Pelo Administrador do Site
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Classificação Espécie Foto do Macho Foto da Fêmea Nome Científico Detalhes da Espécie Vídeo do Macho Vídeo da Fêmea
Ave OrnamentalGalo Índio GiganteGallus DomesticusGalo Índio Gigante<br />
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Origem:<br />
O Índio Gigante são aves popularmente conhecidas como o “Nelore” das aves caipiras e têm sido cada vez mais adquiridas por pequenos produtores rurais que tem como objetivo melhorar o seu galinheiro e ou criar aves exóticas.
As aves são resultado de melhoramento genético que foi realizado pelo cruzamento de diferentes raças, como a Shamo e Malaio, tendo como base a herança de genes transmitida pelos galos de briga.<br />
A origem do índio gigante está intimamente ligada aos criatórios de aves combatentes. Percebendo que essas aves poderiam ser aproveitadas como linhagem de corte, em função de suas características desejáveis como massa muscular avantajada, resistência e rusticidade, elas tiveram grande aceitação entre criadores de aves caipiras.<br />
<br />
Características:<br />
Na média, os galos medem aproximadamente 1,05m quando chegam na idade adulta e as galinhas medem 0,90m (entre 06 a 07 meses). A medição das aves é feita da ponta da unha do dedo maior à ponta do bico. Aos 130 dias, estão prontas para o abate, com peso vivo médio que vai de 2,5 quilos (fêmeas) a 3 quilos (machos). De acordo como as aves são criadas os machos adultos podem alcançar um peso de até 8,00kg e as fêmeas até 5,00kg.<br />
Porém, as aves da raça Índio Gigante, se diferenciam das outras justamente porque podem chegar a tamanhos muito acima da média, com medidas dos galos entre 1,10m a 1,10m. As galinhas podem chegar a medidas maiores que 1,05m.
Além disso, são ótimos exemplares de aves ornamentais por exibirem grande porte e beleza, devido as suas penas sobrepostas com ampla variedade de cores e principalmente pelo tamanho que as tornam uma ave de grande presença onde estiverem, seja no criatório, na chácara, no sítio ou mesmo na fazenda.<br />
<br />
Mercado:<br />
Quando falamos no negócio Índio Gigante, o mesmo tem se mostrado cada vez mais atrativo. Isso acontece devido ao baixo custo de criação por ave.<br />
Geralmente, são gastos R$30,00 reais por ave, desde o seu nascimento até a fase adulta, em torno de 6 meses. Um custo muito baixo e que rapidamente é recuperado com a venda seja por o mercado de criadores ou até mesmo para abate, já que a ave tem essa dupla apetição.<br />
Outro fator que tem atraído cada vez mais criadores é o baixo valor de manutenção, já que esta ave não exige estrutura de criação complexa. Aproveita-se construções já existentes na propriedade para abrigo das aves, ao passo que durante o dia ela ficam soltas. Assim, qualquer pessoa pode começar a sua produção de Índio Gigante subutilizando suas instalações da fazenda ou sítio, pois como a ave é rústica, necessita de instalações simples.<br />
Vale lembrar que mesmo sendo simples a criação, deve-se criar áreas específicas para um melhor resultado. O ideal é que se tenha as seguintes áreas bem distintas: sala de incubação, sala de eclosão, sala de cria, área de crescimento, piquetes para reprodução, área de vendas. Vale lembrar que as áreas para manejo da alimentação e vacinas deve ser limpo e higienizado.<br />
<br />
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PADRÃO GENÉTICO:<br />
<br />
CLASSIFICAÇÃO ZOOLÓGICA<br />
<br />
    Família: Phasianidae<br />
    Subfamília: Phasianinae<br />
    Gênero: Gallus<br />
    Espécie: Domésticus<br />
    Raça: ÍNDIO GIGANTE<br />
<br />
<br />
ORIGEM DA RAÇA<br />
<br />
    País de origem: Brasil<br />
    Raças formadoras: Descendente das raças
    combatentes (rinha), Raças Puras (Shamo e Malaio)
    e galinha caipira Brasileira (Sem Raça Definida).
    (Fisiologia) Aptidão: Ornamental e corte.<br />
<br />
<br />
ALTURA, PESO, COR E TAMANHO DOS OVOS<br />
<br />
    Altura Fêmeas: A partir de 90 cm.<br />
    Peso Fêmeas: A partir de 3 kg<br />
    Coloração dos Ovos: Tamanho médio a grande; Cores: Branco, bege, vermelho, azul e verde.<br />
    Altura Machos: A partir de 1.05 metro<br />
    Peso Machos: A partir de 4,5kg<br />
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INICIO DA VIDA REPRODUTIVA DAS FÊMEAS:<br />
<br />
    INÍCIO DE POSTURA: Aproximadamente 210 dias<br />
    POSTURA ANUAL: Aproximadamente 160 ovos<br />
    VIDA REPRODUTIVA: Até cinco anos em média, quando essa começa a cair gradativamente<br />
    MATURIDADE DA AVE: Entra no período de maturidade aos oito meses, atingindo a plenitude aos quatorze meses, idade essa considerada ideal para exposições<br />
<br />
<br />
INICIO DE VIDA REPRODUTIVA DOS MACHOS:<br />
<br />
    REPRODUÇÃO: Iniciando aos oito meses, podendo ser
    usado até os cinco anos, sendo o ideal usá-lo até os quarenta meses.<br />
    MATURIDADE DA AVE: Entra no período de maturidade aos OITO meses, atingindo a plenitude aos QUATORZE meses, idade essa considerada ideal para exposições.<br />
<br />
<br />
Fonte: http://galogigante.com/o-galo-indio-gigante
Ave OrnamentalMarreco CarolinaAix sponsa<p>
	Pato-carolino / Marreco Carolina:<br />
	O Pato-carolino (Aix sponsa) é uma espécie de pato empoleirado encontrado na América do Norte. É uma das aves aquáticas mais coloridas da América do Norte.<br />
	<br />
	Descrição:<br />
	O pato-carolino é um pato empoleirado de porte médio. Um adulto típico varia entre os 47 até aos 54 cm em comprimento, com uma envergadura de asa que fica entre os 66 até aos 73 cm. Isto representa cerca de três quartos do comprimento de um pato selvagem adulto. Partilha os seus genes com o pato mandarim asiático (Aixgalericulata).<br />
	<br />
	O macho adulto tem a uma plumagem iridescente e multicolorida distinta, e olhos vermelhos, com um toque distintivo branco para baixo do pescoço. A fêmea, menos colorida, tem um olho-anel branco e uma garganta esbranquiçada. Ambos os adultos têm cabeças com crista.<br />
	O apelo do sexo masculino é um apito crescente, jeeeeee; as fêmeas proferem uma tirada prolongada, um guincho a subir de tom, fazem weepweep, quando em velocidade, bem como um forte cr-r-ek, cr-e-ek para uma chamada de alarme.<br />
	<br />
	Comportamento:<br />
	O seu habitat de reprodução consiste de pântanos arborizados ou não, lagos rasos, lagoas e riachos no leste da América do Norte, na costa oeste dos Estados Unidos e do México ocidental. Eles geralmente nidificam em cavidades em árvores próximas à água, embora eles possam tirar proveito de caixas de nidificação em zonas húmidas, se estiverem disponíveis. As fêmeas alinham os seus ninhos com penas e outros materiais suaves, e a elevação fornece alguma proteção dos predadores. Ao contrário da maior parte dos outros patos, o pato-carolino tem garras afiadas para empoleirar-se em árvores e pode, em regiões do sul, produzir duas ninhadas numa única estação – o único pato norte-americano que o pode fazer.<br />
	As fêmeas normalmente deitam entre 7 a 15 ovos que incubam por uma média de 30 dias. Contudo, se as caixas de nidificação forem colocadas demasiado próximas, as fêmeas podem deixar ovos nos ninhos dos seus vizinhos, o que pode levar a ninhos que contêm até 30 ovos e a uma incubação sem sucesso, um comportamento conhecido como “ninho de dumping”.<br />
	Após a eclosão, os patinhos saltam do ninho na árvore e percorrem o seu caminho até à água. A mãe chama-os até ela, mas não os ajuda de nenhuma forma. Eles preferem nidificar sobre a água para que os jovens tenham uma aterragem suave, mas podem nidificar até 140 m de distância em relação à costa. Um dia depois de eclodirem, os jovens sobem para a entrada do ninho e pulam para o chão Os patinhos podem nadar e encontrar a sua própria comida por esta altura.<br />
	Estas aves alimentam-se por gatinharem ou andarem na terra. Eles comem essencialmente bagas, bolotas e sementes, mas também insectos, os que os torna onívoros.<br />
	<br />
	Distribuição:<br />
	Estas aves são residentes anuais em partes da sua escala do sul, mas as populações do norte migram para sul, para o inverno. Eles passam o inverno no sul dos Estados Unidos, perto da costa do Atlântico. 75% dos patos-carolino na rota migratória do Pacífico são sedentários. Eles são também populares, devido à sua plumagem atrativa, em coleções aquáticas e, como tal, são frequentemente registadas na Grã-Bretanha, como populações em fuga ficaram temporariamente estabelecidas em Surrey no passado, mas não são considerados como auto-sustentáveis da mesma forma que o pato mandarim. Dada a sua distribuição nativa, a espécie é também uma potencial vagabunda natural para a Europa Ocidental e já houve registos em áreas como Cornwall, Escócia e as Ilhas Scilly, o que alguns observadores consideram poder ser relacionado com as aves selvagens; contudo, devido à popularidade do pato-carolino em cativeiro seria extremamente difícil provar a sua proveniência de uma forma ou de outra. Existe uma pequena população selvagem em Dublin.<br />
	<br />
	Conservação:<br />
	A população do pato-carolino estava em sério declínio no final do séc. XIX como resultado de uma severa perda de habitat e mercado da caça quer pela carne, quer pela plumagem para o mercado de chapéus para senhoras, na Europa. Pelo início do século 20, os patos-carolino tinham virtualmente desaparecido de grande parte da antiga escala. Em resposta do Tratado das Aves Migratórias estabelecido em 1916 e promulgação do Tratado de Aves Migratórias de 1918, nos Estados Unidos, as populações do pato-carolino começaram a recuperar lentamente. Ao acabar com a caça não regulamentada e através de medidas para proteger o habitat remanescente, as populações desta espécie começam a recuperar em 1920. O desenvolvimento da caixa de nidificação artificial na década de 30 deu um impulso adicional à produção do pato-carolino.<br />
	Os proprietários de terras, bem como administradores de parques, podem encorajar os patos-carolino através da construção de caixas de nidificação para os mesmos perto de lagos, lagoas e riachos. Fulda, no Minnesota, adotou o pato-carolino como a mascote não oficial, e um grande número de caixas de nidificação pode ser encontrado na área.<br />
	A expansão da população de castores norte-americanos ao longo da escala do pato-carolino também ajudou a população a recuperar, uma vez que os castores criam uma área húmida ideal como habitat para os patos-carolino.<br />
	A população do pato-carolino aumentou significativamente nos últimos anos. O aumento foi devido ao trabalho de muitas pessoas que construíram caixas para os mesmos e ao trabalho de conservação do habitat vital para os patos-carolino se reproduzirem. Durante a época das aves aquáticas, os caçadores americanos foram apenas permitidos a tomar dois patos-carolino por dia, nas rotas migratórias do Atlântico e Mississippi. Contudo, para a temporada de 2008-2009, o limite subiu para três. O limite do pato-carolino permanece em dois na rota migratória central e em sete na rota do Pacífico. É o segundo pato mais caçado na América do Norte, depois do pato selvagem.<br />
	<br />
	Na cultura popular:<br />
	Em 2013, a RoyalCanadianMint criou duas moedas para comemorar o pato-carolino. As duas moedas são cada uma parte de um conjunto de três para ajudar a promover a DucksUnlimited no Canadá, bem como para celebrar o seu 75º aniversário.<br />
	<br />
	Fonte: http://www.encantodasaves.com.br/aves.php?c=6&t=marreco_carolina</p>
//www.youtube.com/embed/7a9cSIiF0_I//www.youtube.com/embed/qCSU0zbtPoE
Ave OrnamentalMarreco Carolina BrancoAix sponsa<p>
	Pato-carolino / Marreco Carolina:<br />
	O Pato-carolino (Aix sponsa) é uma espécie de pato empoleirado encontrado na América do Norte. É uma das aves aquáticas mais coloridas da América do Norte.<br />
	<br />
	Descrição:<br />
	O pato-carolino é um pato empoleirado de porte médio. Um adulto típico varia entre os 47 até aos 54 cm em comprimento, com uma envergadura de asa que fica entre os 66 até aos 73 cm. Isto representa cerca de três quartos do comprimento de um pato selvagem adulto. Partilha os seus genes com o pato mandarim asiático (Aixgalericulata).<br />
	<br />
	O macho adulto tem a uma plumagem iridescente e multicolorida distinta, e olhos vermelhos, com um toque distintivo branco para baixo do pescoço. A fêmea, menos colorida, tem um olho-anel branco e uma garganta esbranquiçada. Ambos os adultos têm cabeças com crista.<br />
	O apelo do sexo masculino é um apito crescente, jeeeeee; as fêmeas proferem uma tirada prolongada, um guincho a subir de tom, fazem weepweep, quando em velocidade, bem como um forte cr-r-ek, cr-e-ek para uma chamada de alarme.<br />
	<br />
	Comportamento:<br />
	O seu habitat de reprodução consiste de pântanos arborizados ou não, lagos rasos, lagoas e riachos no leste da América do Norte, na costa oeste dos Estados Unidos e do México ocidental. Eles geralmente nidificam em cavidades em árvores próximas à água, embora eles possam tirar proveito de caixas de nidificação em zonas húmidas, se estiverem disponíveis. As fêmeas alinham os seus ninhos com penas e outros materiais suaves, e a elevação fornece alguma proteção dos predadores. Ao contrário da maior parte dos outros patos, o pato-carolino tem garras afiadas para empoleirar-se em árvores e pode, em regiões do sul, produzir duas ninhadas numa única estação – o único pato norte-americano que o pode fazer.<br />
	As fêmeas normalmente deitam entre 7 a 15 ovos que incubam por uma média de 30 dias. Contudo, se as caixas de nidificação forem colocadas demasiado próximas, as fêmeas podem deixar ovos nos ninhos dos seus vizinhos, o que pode levar a ninhos que contêm até 30 ovos e a uma incubação sem sucesso, um comportamento conhecido como “ninho de dumping”.<br />
	Após a eclosão, os patinhos saltam do ninho na árvore e percorrem o seu caminho até à água. A mãe chama-os até ela, mas não os ajuda de nenhuma forma. Eles preferem nidificar sobre a água para que os jovens tenham uma aterragem suave, mas podem nidificar até 140 m de distância em relação à costa. Um dia depois de eclodirem, os jovens sobem para a entrada do ninho e pulam para o chão Os patinhos podem nadar e encontrar a sua própria comida por esta altura.<br />
	Estas aves alimentam-se por gatinharem ou andarem na terra. Eles comem essencialmente bagas, bolotas e sementes, mas também insectos, os que os torna onívoros.<br />
	<br />
	Distribuição:<br />
	Estas aves são residentes anuais em partes da sua escala do sul, mas as populações do norte migram para sul, para o inverno. Eles passam o inverno no sul dos Estados Unidos, perto da costa do Atlântico. 75% dos patos-carolino na rota migratória do Pacífico são sedentários. Eles são também populares, devido à sua plumagem atrativa, em coleções aquáticas e, como tal, são frequentemente registadas na Grã-Bretanha, como populações em fuga ficaram temporariamente estabelecidas em Surrey no passado, mas não são considerados como auto-sustentáveis da mesma forma que o pato mandarim. Dada a sua distribuição nativa, a espécie é também uma potencial vagabunda natural para a Europa Ocidental e já houve registos em áreas como Cornwall, Escócia e as Ilhas Scilly, o que alguns observadores consideram poder ser relacionado com as aves selvagens; contudo, devido à popularidade do pato-carolino em cativeiro seria extremamente difícil provar a sua proveniência de uma forma ou de outra. Existe uma pequena população selvagem em Dublin.<br />
	<br />
	Conservação:<br />
	A população do pato-carolino estava em sério declínio no final do séc. XIX como resultado de uma severa perda de habitat e mercado da caça quer pela carne, quer pela plumagem para o mercado de chapéus para senhoras, na Europa. Pelo início do século 20, os patos-carolino tinham virtualmente desaparecido de grande parte da antiga escala. Em resposta do Tratado das Aves Migratórias estabelecido em 1916 e promulgação do Tratado de Aves Migratórias de 1918, nos Estados Unidos, as populações do pato-carolino começaram a recuperar lentamente. Ao acabar com a caça não regulamentada e através de medidas para proteger o habitat remanescente, as populações desta espécie começam a recuperar em 1920. O desenvolvimento da caixa de nidificação artificial na década de 30 deu um impulso adicional à produção do pato-carolino.<br />
	Os proprietários de terras, bem como administradores de parques, podem encorajar os patos-carolino através da construção de caixas de nidificação para os mesmos perto de lagos, lagoas e riachos. Fulda, no Minnesota, adotou o pato-carolino como a mascote não oficial, e um grande número de caixas de nidificação pode ser encontrado na área.<br />
	A expansão da população de castores norte-americanos ao longo da escala do pato-carolino também ajudou a população a recuperar, uma vez que os castores criam uma área húmida ideal como habitat para os patos-carolino.<br />
	A população do pato-carolino aumentou significativamente nos últimos anos. O aumento foi devido ao trabalho de muitas pessoas que construíram caixas para os mesmos e ao trabalho de conservação do habitat vital para os patos-carolino se reproduzirem. Durante a época das aves aquáticas, os caçadores americanos foram apenas permitidos a tomar dois patos-carolino por dia, nas rotas migratórias do Atlântico e Mississippi. Contudo, para a temporada de 2008-2009, o limite subiu para três. O limite do pato-carolino permanece em dois na rota migratória central e em sete na rota do Pacífico. É o segundo pato mais caçado na América do Norte, depois do pato selvagem.<br />
	<br />
	Na cultura popular:<br />
	Em 2013, a RoyalCanadianMint criou duas moedas para comemorar o pato-carolino. As duas moedas são cada uma parte de um conjunto de três para ajudar a promover a DucksUnlimited no Canadá, bem como para celebrar o seu 75º aniversário.<br />
	<br />
	Fonte: http://www.encantodasaves.com.br/aves.php?c=6&t=marreco_carolina</p>
//www.youtube.com/embed/VGVr4TmmVH4//www.youtube.com/embed/VGVr4TmmVH4
Ave OrnamentalPavão ArlequimPavo Cristatus<p>
	Alimentação (em cativeiro): Sementes, frutas, ração e algumas hortaliças.</p>
<p>
	Tamanho (Macho | Fêmea): 86cm | 202 cm - incluída a cauda.</p>
<p>
	Peso 5kg.</p>
<p>
	Reprodução na Natureza 4 a 8 ovos.</p>
<p>
	Reprodução em Cativeiro 4 a 8 ovos.</p>
//www.youtube.com/embed/iZZUYjqc5ok//www.youtube.com/embed/iZZUYjqc5ok
Ave OrnamentalPavão AzulPavo Cristatus<p>
	Alimentação (em cativeiro): Sementes, frutas, ração e algumas hortaliças.</p>
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	Tamanho (Macho | Fêmea): 86cm | 202 cm - incluída a cauda.</p>
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	Peso 5kg.</p>
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	Reprodução na Natureza 4 a 8 ovos.</p>
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	Reprodução em Cativeiro 4 a 8 ovos.</p>
//www.youtube.com/embed/jZX0zO_iJwk//www.youtube.com/embed/hYj287VSJ9Q
Ave OrnamentalPavão BrancoPavo Cristatus<p>
	Alimentação (em cativeiro): Sementes, frutas, ração e algumas hortaliças.</p>
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	Tamanho (Macho | Fêmea): 86cm | 202 cm - incluída a cauda.</p>
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	Peso 5kg.</p>
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	Reprodução na Natureza 4 a 8 ovos.</p>
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	Reprodução em Cativeiro 4 a 8 ovos.</p>
//www.youtube.com/embed/GZujvLZLmK4//www.youtube.com/embed/v1B205pbAm8
Ave OrnamentalPavão Ombros NegrosPavo Cristatus<p>
	Alimentação (em cativeiro): Sementes, frutas, ração e algumas hortaliças.</p>
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	Tamanho (Macho | Fêmea): 86cm | 202 cm - incluída a cauda.</p>
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	Peso 5kg.</p>
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	Reprodução na Natureza 4 a 8 ovos.</p>
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	Reprodução em Cativeiro 4 a 8 ovos.</p>
//www.youtube.com/embed/QoiS3LEl7Zc//www.youtube.com/embed/QoiS3LEl7Zc
Ave OrnamentalPavão Verde de JavaPavo Muticus<p>
	O pavão-verde (Pavo muticus) é uma espécie pertencente ao genero Pavo da família Phasianidae. Trata-se de uma ave nativa do Sudeste Asiático.<br />
	<br />
	Comprimento da Cauda: Macho: 1,4 – 1,6 m (Adulto, pena de cobertura da cauda)<br />
	Peso: Macho: 3,8 – 5 kg (Adulto), Feminino: 1 – 1,2 kg (Adulto)<br />
	<br />
	Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pavão-verde</p>
//www.youtube.com/embed/vxeME5MhIdg//www.youtube.com/embed/DPF0pwPHPuo
Pássaro ExóticoCalopsitaNymphicus hollandicus<p>
	A calopsita (Nymphicus hollandicus) é uma ave que pertence à ordem Psittaciformes<br />
	e à família Cacatuidae. Natural da Austrália, a espécie foi descrita pela primeira<br />
	vez em 1792. A calopsita é o único membro do gênero Nymphicus. Ele já foi considerado<br />
	um papagaio de crista ou pequena cacatua. No entanto, os estudos moleculares mais<br />
	recentes têm atribuído a sua própria subfamília cacatua único Nymphicinae.<br />
	É, portanto, agora classificado como o menor membro da família Cacatuidae.<br />
	Calopsitas são nativas da Austrália, e favorecem os pântanos australianos,<br />
	cerrado e terras mato.<br />
	<br />
	História:<br />
	Em 1838 um ornitólogo inglês, John Gould, viajou para a Austrália com o objetivo<br />
	de estudar a fauna e realizar desenhos de aves. Ele foi o responsável pela fama<br />
	mundial das calopsitas pois ele foi o primeiro especialista a levar calopsitas<br />
	para fora da Austrália. Em 1884, a fama das calopsitas cresceu, porém foi em<br />
	1950 que a popularidade aumentou de forma bastante considerável por causa do<br />
	arlequim, calopsita surgida através da primeira mutação de cor.<br />
	<br />
	Para ler um vasto conteúdo sobre o espécime calopsita, abra o link abaixo, pois<br />
	foi nossa fonte de pesquisa.<br />
	<br />
	https://pt.wikipedia.org/wiki/Nymphicus_hollandicus</p>
//www.youtube.com/embed/c1p8IO2A_II//www.youtube.com/embed/R2rV9S5B7Wg
Pássaro ExóticoCanário BelgaSerinus canaria<p>
	Existem mais de 400 cores de canários reconhecidas no mundo. Mas é a amarela, da linhagem belga, a mais popular por aqui. A busca por novas e diferentes tonalidades e combinações é um dos principais objetivos de boa parte dos criadores, que também se interessam pela definição do porte do pássaro. Apresentação em exposições e melhoramento genético da raça são outras finalidades da criação comercial do canário, que ainda desperta a atenção pelo seu belo canto.<br />
	<br />
	A origem do canário-belga é, obviamente, a Bélgica. No entanto, apenas a linhagem a que ele pertence é que veio de lá, pois os antepassados dos exemplares dessa e de outras variedades têm raízes nas ilhas Canárias, um arquipélago do Atlântico junto ao continente africano. Os canários-do-reino, por exemplo, são da mesma espécie do belga, mas ganharam essa denominação por que as aves costumavam chegar ao Brasil vindas do 'reino' de Portugal. Já o canário-da-terra, sim, faz parte de uma outra espécie, nativa do Brasil.<br />
	<br />
	Pertencente à família dos Fringilídeos, o canário-belga mede entre 14 e 15 centímetros da ponta do bico à extremidade da cauda. A cabeça é pequena e estreita, as pernas longas, o peito arredondado e cheio. A plumagem é compacta e lisa, sem frisos. Como é um animal de origem estrangeira, a criação não precisa de autorização do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis.<br />
	<br />
	O canário não dá trabalho. Exige pouco espaço, e sua criação pode ser mantida na cidade ou em áreas rurais, servindo até como terapia para algumas pessoas. Entretanto, como é pequeno e frágil, demanda cuidados no manejo. Quando em grupo, os pássaros podem ser acomodados em viveiros; casais podem ficar em gaiolas separadas. As gaiolas mais recomendadas são as de arame galvanizado, que podem ser encontradas facilmente no varejo.<br />
	<br />
	Apesar de vulneráveis a doenças respiratórias, os canários logo se curam se prontamente tratados com medicamentos vendidos em lojas especializadas. Mas é preciso separar o pássaro doente, no caso de enfermidades mais prolongadas. É recomendável manter limpo o local de criação e fora do alcance do sol e do vento. Para evitar acúmulo de sujeira e falta de ventilação, mantenha a posição da gaiola a dois centímetros da parede.<br />
	<br />
	<br />
	A Domesticação e a História do Canário Belga<br />
	<br />
	A História do Canário Belga começou a muito tempo, eles são domesticados desde a metade do século XVI e já nessa mesma época, na Itália, eram criados comercialmente e vendidos em gaiolas. O Canário Belga era muito famoso e apreciado por todo o país, especialmente pela sua plumagem colorida e pelo seu belo canto. Depois, foram se popularizando e espalhando para os outros países da Europa, como Alemanha e Inglaterra.<br />
	<br />
	O Canário Belga é o principal animal de estimação de muitos lares brasileiros, e como o próprio nome já diz, eles são originários da Bélgica, e se formos um pouco mais longe na História do Canário Belga, veremos que seus antepassados vieram de um lugar chamado de Ilhas Canárias. Embora a cor mais comum do Canário Belga seja a amarela, eles possuem mais de 400 diferentes misturas de cores e de tonalidades.<br />
	<br />
	<br />
	É LEGAL CRIAR CANÁRIO BELGA?<br />
	<br />
	Como não são aves da fauna brasileira, a legislação do IBAMA, embora exista, é bastante diferente com relação aos pássaros silvestres, pois o Canário Belga é uma ave que não é nativa do Brasil, sendo considerado um pássaro doméstico. Qualquer pessoa pode se tornar um criador de Canário Belga, ou seja, não é necessário ter autorização do Ibama, sendo aconselhável apenas que você tenha a orientação de um médico veterinário que seja responsável pelos animais, para garantir que estão sendo bem cuidados e que não há nenhuma doença perigosa na criação. O registro em um clube de criadores, bem como o uso de anilhas fechadas são bem vindas, tendo assim um melhor controle dos animais, e garantindo uma valorização dos seus pássaros.<br />
	<br />
	COMO ESCOLHER UM CANÁRIO BELGA?<br />
	<br />
	Quando for comprar um Canário Belga para ser seu animal de estimação, veja o local aonde ele está sendo vendido ou então o criatório, procure observar se as gaiolas estão limpas, os pássaros bem alimentados e se não não há maus tratos durante o processo de criação, desta forma você terá a garantia de que está levando para casa um Canário Belga saudável, livre de quaisquer doenças. A História do Canário Belga é muito bonita e rica, e com certeza iremos falar mais sobre ela!<br />
	<br />
	A melhor alimentação para Canários Belga<br />
	<br />
	O Canário Belga é um pássaro essencialmente granívoro, ou seja, sua alimentação é composta basicamente por sementes, devendo ser complementado por farinhadas, frutas, verduras e legumes. Nem sempre a melhor alimentação para Canários Belga é a mais cara, você pode fazer em casa sua própria mistura de sementes que terá como ingrediente principal o alpiste, podendo ser complementada com painço, colza, linhaça, níger e aveia.<br />
	<br />
	Para a alimentação diária de manutenção do pássaro não existem segredos, uma boa mistura de sementes, água limpa e uma verdura ou legume 3 vezes por semana darão conta do recado. Quando os Canários estiverem na época de muda de penas ou de reprodução a alimentação deverá ser reforçada, para isto é indispensável fornecer uma boa farinhada a base de ovo cozido, verduras como couve, almeirão, mostarda, legumes como pepino e jiló, além de frutas como a maçã. Estes alimentos irão fornecer ao canário todas a vitaminas e minerais necessários para que eles possam ter uma boa qualidade de vida, além de ser um dos requisitos para ter sucesso na época de reprodução.<br />
	<br />
	Outro ítem importante e quem faz parte da alimentação é a areia.<br />
	<br />
	A importância das Verduras e Legumes na Alimentação dos Canários<br />
	<br />
	Os Canários Belgas adoram praticamente todas as verduras e legumes, sendo que as mais recomendadas são a Escarola, Almeirão, Almeirão Roxo, Chicória, Talos de agrião, Rucúla, Couve, Mostarda, Jiló, Milho Verde e Cenoura. Nem todos os canários gostam de todos esses produtos, então vá testando ou fornecendo aos poucos, até que eles acostumem.<br />
	<br />
	É importante que as folhas sejam higienizadas, uma vez que é difícil saber a procedência do que compramos, e atualmente usasse em excesso agrotóxicos e pesticidas. Não dê Alface, Abacate e frutas cítricas como laranja e limão, elas podem causar problemas na saúde do seu pássaro.<br />
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	A importância do ovo na Alimentação dos Canários<br />
	<br />
	O ovo cozido é um dos grandes aliados dos criadores de canário belga na hora de alimentar os filhotes, sendo indicado por criadores experientes e veterinários por conter diversas vitaminas importantes aos canários. Até mesmo a casca do ovo pode ser usada como suplemento de cálcio, para isto basta limpar, torrar e moer a casca, para isso você pode usar o forno do fogão e um liquidificador.<br />
	<br />
	Você deve colocar o ovo para ser cozido em fogo algo por durante 15 minutos, até que ele fique totalmente cozido. Você pode dar 1/2 ovo cozido, uma vez por semana, tomando cuidado para não deixar o ovo na gaiola por mais de 12 horas pois ele pode acabar azedando. Você também pode preparar uma Farinhada Caseira para alimentar Filhotes de Canários, aumentando assim o valor nutricional fornecido aos canários.<br />
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	REPRODUÇÃO<br />
	<br />
	Normalmente o Canário Belga ou Canário do Reino se reproduz entre os meses de agosto a dezembro, começando o processo de conquista da fêmea e acasalamento na 2ª quinzena de Julho, assim os primeiros ovos são postos logo no começo de agosto. Apesar da época citada ser a melhor para a procriação, é possível reproduzir os casais durante todo o ano, desde que eles não estejam mudando de penas e que não faça muito frio durante o inverno.<br />
	<br />
	O melhor indício de que o macho está pronto para o acasalamento é o canto, uma vez que os canários começam a cantar fortemente, com gorjeios demorados e altos, ficando muito ativos. cantando e pulando de um poleiro para o outro. As canárias começam a “esquentar”, respondendo o canto do macho com uns piados altos, batendo as asas, pulando entre os poleiros e “abaixando-se”, dando sinais de que está pronta para a reprodução.<br />
	<br />
	Quando ambos estiverem dando sinais de estarem prontos, a melhor forma de fazer a união do casal é colocando-os na gaiola de criação, ainda separados pela grade divisória, ou então aproximar as gaiolas e deixar que eles se vejam, assim o macho cantará mais forte ainda, buscando conquistar a fêmea, que por sua vez irá abaixar para o macho, mostrando a intenção de ambos. Neste ponto basta juntar os dois e que provavelmente o acasalamento acontecerá de imediato.<br />
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	A fêmea irá botar de 3 a 4 ovos em dias seguidos, sempre na parte da manhã, podendo acontecer 01 intervalo de 01 dia entre 01 ovo e outro. A maioria dos criadores retira os ovos assim que eles são postos, substituindo-os por “ovos indez” (ovos de plástico), colocando-os em um pote contendo sementes ou algodão. Tome cuidado ao pegar os ovos, pois eles são pequenos e frágeis, podendo quebrar se forem manuseados de forma errada. Você também pode recolher os ovos com a ajuda de uma colher. Lembre-se de virar os ovos diariamente, isto evita que a gema grude na casca, fazendo com que o embrião não se desenvolva. Os ovos retirados devem ser colocados no ninho na noite do 3º dia, sendo que teoricamente a fêmea irá dormir no ninho, botar o 4º ovo pela manhã e começar a chocar. Este procedimento é importante pois faz com que todos os filhotes nasçam praticamente no mesmo horário, evitando diferenças de tamanho entre eles, o que poderia causar a morte dos menores.<br />
	<br />
	Após 13 dias do início do choco os filhotes nascem, podendo ocorrer 01 atraso de até 02 caso o clima esteja frio, após o nascimento os pais fazem todo o trabalho de alimentação dos filhotes, sendo necessário deixar na gaiola apenas os alimentos comuns acrescidos de papa de ovo, couve, almeirão, jiló, ovo cozido… Com aproximadamente 20 dias os filhotes começam a sair do ninho e experimentar os primeiros voos e com cerca de 01 mês começam a comer sementes e podem ser separados dos pais.<br />
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	Fonte: http://criadourorolim.blogspot.com.br/p/canarios-belgas.html</p>
//www.youtube.com/embed/41DSVzlnB-M//www.youtube.com/embed/D6lyTWs6nks
Pássaro ExóticoPeriquito Ring-NeckPsittacula Krameri<p>
	O periquito ring-neck possui o nome científico Psittacula Krameri. Ele pertence a família Psittacidae, sendo chamado em inglês de Rose-ringed parakeet. Também é conhecido como ringneck, periquito-de-colar, periquito-de-colar-rosa ou periquito rabo-de-junco. É possível encontrar 4 sub-espécies (Parvirostris, Krameri, Manillensis e Borealis). Eles foram criados e admirados por conta de sua beleza desde os tempos antigos. Eles são periquitos grandes, procurados especialmente por sua forma, beleza, capacidade de falar, inteligência e capacidade de treinamento, além de também serem relativamente fáceis de reproduzir em cativeiro.<br />
	O ring-neck tem sido considerado a um bom tempo como um dos favoritos entre os amantes de pássaros! Não existem muitas combinações de cores que podem ser produzidas, e isto é um desafio divertido e fascinante para muitos criadores! Algumas pessoas acabam o confundindo com o Periquito-alexandrino.<br />
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	Características físicas do periquito ring-neck:<br />
	O periquito ring-neck pertence ao gênero Psittacula. Eles são conhecidos como periquitos de colar, ou com anel no pescoço. Possuem uma característica distintiva, que é a de ter um colar ao redor da cabeça, ou uma faixa bastante evidente que atravessa a área do queixo dos machos.<br />
	A coloração normal do ring-neck macho é o verde, com a parte de baixo do abdômen tendo uma cor um pouco mais leve, e parte posterior da cabeça com um tom azulado. O anel é preto, e circula a área do “queixo” e ao longo da bochecha. Na nunca este anel fica cor de rosa com um pouco de azul.<br />
	As penas centrais da cauda são azuladas, com algumas penas verde amarelo caídas. As penas da cauda exteriores são verdes. A cor da mandíbula superior do bico é vermelho-laranja e da mandíbula inferior é preta. Através da criação doméstica do ring-neck tornou-se possível ter uma grande variedade de cores ou mutações disponíveis.<br />
	Os filhotes macho e a fêmea de ring-neck não tem o anel preto, colar cor de rosa ou a coloração azul na parte de trás da cabeça. Os filhotes também têm um bico cor de rosa e coral, com a ponta pálida. Um ring-neck filhote ficará com a sua plumagem de adulto após a sua segunda muda de penas completa, com cerca de 3 anos de idade. Estas aves podem crescer até chegar a um comprimento aproximado de 40 centímetros.<br />
	O periquito ring-neck-africano é muito semelhante em coloração ao Ringneck-Indiano. A principal diferença é a coloração do rosto e o colar rosa, que são menos chamativos nos machos africanos. Eles também têm um bico menor, com a mandíbula superior sendo vermelho escuro, ficando praticamente preto na ponta. Embora o Ringneck-africano tenha um corpo menor, mais curto do que o ring-neck-indiano, eles têm uma cauda mais longa, e na média podem atingir até 44 centímetros de comprimento.<br />
	<br />
	Alimentação do periquito ring-neck:<br />
	Alimentos e água frescos sempre devem ser fornecidos diariamente. Na natureza, os ring-necks comem uma grande variedade de sementes, bagas, frutas, flores e néctar. Na sua casa, além desses alimentos, você também pode oferecer legumes e rações comerciais.<br />
	Eles também gostam de alimentos nutritivos dos humanos, como por exemplo frango cozido e outras comidas que alguns donos normalmente dão, porém isso não é muito aconselhável. Feijão, arroz e grãos cozidos também são apreciados. Lembre-se que alimentos macios como estes acabam estragando rapidamente, então deixe na gaiola por no máximo por 4 horas. Uma barrinha de sementes também irá deixar seu pássaro muito feliz.<br />
	<br />
	Gaiolas e acessórios para o periquito ring-neck:<br />
	Uma gaiola espaçosa é altamente necessária, afinal eles são periquitos grandes e que precisam de um bom espaço para voar e se exercitar. Uma gaiola para um casal de ring-neck deverá ter cerca de 1 metro de meio de largura, por 1 metro de altura. Caso você tenha espaço e dinheiro sobrando, seria interessante comprar uma maior, com cerca de 2 metros de comprimento, especialmente se você for acasalar o ring-neck.<br />
	Existem muitas gaiolas especificas para aves que ficam mansas, como por exemplo as calopsitas, e você pode utilizá-las com seu periquito ring-neck. Elas tem grandes portas e até mesmo poleiros do lado de fora, desta forma a ave consegue sair e brincar. Se seu ring-neck for manso, essa poderá ser uma boa opção de compra.<br />
	O cuidado básico com a gaiola para ring-neck inclui a limpeza e troca diária da água, alimentos e utensílios usados. Semanalmente você deve lavar todas as poleiros e brinquedos sujos. Já o fundo da gaiola pode ser lavado a cada duas semanas, ou antes se ficar muito sujo. Uma limpeza e desinfecção completa do viveiro deve ser feita anualmente, substituindo tudo que estiver muito gasto, como tigelas antigas, brinquedos e poleiros.<br />
	<br />
	Comportamento do periquito ring-neck:<br />
	Na natureza o periquito ring-neck vive em bandos e são muito sociáveis. Eles têm uma natureza agradável, mas podem desenvolver o hábito de gritar se forem importunados. Ele é muito inteligente! Além de aprender a falar, esses periquitos são conhecidos por serem bons para aprender truques novos. Alguns aprenderam a contar miçangas em um fio de corda, rodar uma vareta sobre a sua cabeça, tocar um sino, e pegar objetos.<br />
	Lembre-se que periquitos são aves muito energéticas! Além de voar, que é importante para todos os pássaros, estas aves gostam de mastigar e roer! Tenha certeza que você irá deixar vários brinquedos de madeira para eles mastigarem, além de poleiros, argolas e balanços.<br />
	<br />
	Reprodução do periquito ring-neck:<br />
	Ao contrário de muitos outros periquitos, o ring-neck não forma vínculos vitalícios entre o casal. Isso até mesmo facilita a sua criação. Se você fizer o acasalamento em um viveiro coletivo deixe vários ninhos a disposição. Reforçando, você deve colocar mais ninhos do que casais. Os casais então escolherão aquele que mais lhe agradar. Uma vez que o ninho tenha sido escolhido, a fêmea irá botar de 2 a 6 ovos. O tempo de incubação é de 22 a 24 dias e os filhotes começarão a sair do ninho com cerca de seis a sete semanas após o nascimento.<br />
	O principal problema para se criar o ring-neck é com relação ao forte grito que eles podem dar. Isso poderá deixar seus vizinhos um pouco “chateados”, especialmente se for muito cedo. Você pode comprar um periquito ring-neck em diversas lojas e Pet Shops, ou diretamente de criadores, e os preços são razoáveis.<br />
	<br />
	Canto do periquito ring-neck:<br />
	O ring-neck consegue fazer algumas imitações, mas basicamente seu canto são “gritos simples”.<br />
	Você pode baixar o canto do periquito ring-neck no link abaixo:<br />
	https://casadospassaros.net/wp-content/uploads/2016/12/Canto-do-Periquito-Ring-neck.mp3<br />
	<br />
	FONTE: https://casadospassaros.net/periquito-ring-neck/</p>
//www.youtube.com/embed/9tmkv8p5eMo//www.youtube.com/embed/9tmkv8p5eMo
Pássaro ExóticoPeriquito-de-bourkeNeopsephotus bourkiiO papagaio do Bourke, também conhecido como papagaio de ventre azul, papagaio do pôr-do-sol, papagaio-de-barriga-rosa, periquito de Bourke, Bourke ou Bourkie, é um pequeno papagaio encontrado na Austrália e a única espécie do gênero Neopsephotus. Tem aproximadamente 19 cm de comprimento e pesa cerca de 45 gramas.
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<br>DISTRIBUIÇÃO: Austrália central e meridional.
<br>DIMENSÕES: Aproximadamente 23 centímetros.
<br>DISTINÇÃO ENTRE OS SEXOS: Habitualmente, a fêmea tem um porte ligeiramente menor do que o macho e a cabeça é também menor. No caso das aves com uma plumagem natural, a fêmea é igualmente reconhecível pela ausência das penas azuis na testa ou pela presença menos vistosa dessas penas.
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<br>CARACTERÍSTICA SOCIAIS: O periquito de bourke é uma ave muito gregária e extremamente tolerante, que não causa qual quer problemas, mesmo que seja alojada juntamente com a menor e a mais delicada das aves tropicais, inclusivamente durante a época de gestação.
<br>Os periquitos de bourke devem ser criadas em casais separados, uma vez que um grande número de casais coabitando no mesmo espaço, de um modo geral, não produz resultados satisfatórios, em termos de criação. É perfeitamente possível criar também em exemplar isoladamente, desde que desfrute de suficiente atenção.
<br>
<br>ALOJAMENTO ADEQUADO: Os periquitos de bourke podem ser criados num aviário ao ar livre ou mesmo numa gaiola espaçosa. Um espaço interior comprido é também muito apropriado.
<br>As aves não são destruidoras e pode, com toda a segurança, encher de plantas o aviário (em recinto fechado). Também pode manter periquitos de bourke numa gaiola espaçosa em recinto fechado. No entanto, relativamente à falta de espaço, as aves devem poder distender as asas no exterior da gaiola, de vez em quando.
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<br>TEMPERATURA AMBIENTE: Os periquitos de bourke são aves resistentes e podem sobreviver ao inverno, desde que tenham acesso a um abrigo noturno que as proteja de geada. Normalmente, dispensam um aquecimento suplementar.
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<br>ALIMENTAÇÃO: Estas aves podem ser alimentadas com uma dieta básica que inclua uma mistura especial de sementes. Além disso, durante a época de gestação, apreciam pequenas quantidades de alimento à base de ovos próprio para periquitos.
<br>De vez em quando, pode dar-lhes algumas verduras. Não seja excessivamente generoso, uma vez que o abuso de alimentos verdes provoca irrevogavelmente problemas intestinais. As aves devem também dispor de areia em quantidades suficientes.
<br>
<br>ATIVIDADES: Os periquitos de bourke são aves muito calmas que, sendo adquiridas quando jovens, aprendem rapidamente a confiar no tratador.
Utilizam todo o espaço do aviário e, frequentemente, esgaravatam o chão do aviário. Contrariamente à maior parte das espécies de periquitos, os periquitos de bourke não cantam muito, mas quando o fazem.
Produzem um canto melodioso, suave e muito agradável. Também não tem tendência para roer. Estas aves são muito ativas durante as horas de crepúsculos, por vezes, em noites claras. Uma vez por outra, pode borrifá-los com jatos ultrafinos, por meio de um borrifados de plantas, mas esta espécie raramente toma grandes banhos.
<br>
<br>CRIAÇÃO: De um modo geral, os periquitos de bourke são boas aves de criação que se dedicam de uma forma empenhada e essa tarefa. A caixa de ninho deve ter uma área com cerca de 20x20 centímetros e uma altura entre 30 e 35 centímetros.
<br>O orifício da entrada deve Ter 7 centímetros de diâmetro. Os periquitos de bourke não nidificam, mas gosta, de pôr os ovos superfície macia e ligeiramente úmida. Para isso, pode colocar musgo de turfa e ou pedaços de madeira apodrecida ou serradura. Põem entre três e seis ovos que a fêmea choca durante um período de 18 a 20 dias, aproximadamente.
A plumagem surge quando as cria tem cerca de quatro semanas de vida, mas estas são alimentadas durante mais duas semanas, predominantemente pelo macho. Frequentemente, a fêmea já está empenhada na preparação da gestação seguinte.
Os periquitos bourke são aves razoavelmente prolíficas. Estando em boas condições físicas e desfrutando de uma boa alimentação variada, podem Ter com êxito duas, ou menos três gestações por época. As crias apresentam a sua plumagem definitiva ao fim de oito meses de vida, aproximadamente. É preferível não separar as aves mais velhas que tenham um bom relacionamento mútuo. Estas aves constituem, frequentemente, casais para toda a vida.
<br>
<br>MUTAÇÕES: Tem-se registrado diversas mutações cromáticas entre quais o amarelo, o amarelo-torrado, o amarelo-claro e as mutações em tonalidade pastel. Uma das mutações mais recentes é o periquito de bourke cor-de-rosa (opalina), uma ave muito atraente com uma plumagem cor-de-rosa muito viva e penas do vôo azuis e pretas.
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<br>INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: A sua agradável natureza gregária, o modo como cuidam das suas crias e a sua natureza resistente fazem destas aves não exigentes uma escolha preferida dos novos amantes de aves.
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<br>Fonte: http://fazendavisconde.com.br///www.youtube.com/embed///www.youtube.com/embed/
Pássaro SilvestreAzulãoCyanocompsa brissonii<p>
	O Azulão, cujo nome científico é Cyanocompsa brissonii, também é conhecido popularmente como Azulão Bicudo, Azulão do Nordeste, Azulão do Sul, Reina Mor, Azulão Verdadeiro, Guarundi Azul, Gurandi Azul, Gurundi Azul e Tiatã. Ele ganhou este nome cientifico para homenagear Mathurin Jacques Brisson, um conhecido ornitólogo francês. Logicamente que o nome popular “Azulão” faz referência a linda cor de suas penas. Ele pode ser encontrado do nordeste do Brasil até o Rio Grande do Sul, chegando inclusive em países vizinhos, como Bolívia, Paraguai e Argentina, sendo encontrado principalmente próximo de áreas com água, matas secundárias e plantações.</p>
<p>
	O pássaro Azulão possui um bico grande e negro, sendo que o macho da espécie tem as penas num tom escuro de azul, com algumas destacando-se por serem mais brilhantes. Já as fêmeas e os filhotes possuem uma cor parda nas penas das asas e das costas, ficando com o ventre e outras partes inferiores num tom mais claro. Os pássaros que estão soltos na natureza costuma sem um pouco maiores na região sul do que os que vivem no nordeste Brasileiro.</p>
<p>
	Este pássaro é bastante territorialista, não sendo encontrado em bandos. Inclusive na época de reprodução o casal irá demarcar seu território e qualquer invasor será prontamente retirado do local. Este instinto é tão forte que até mesmo os filhotes acabam sendo expulsos pelos pais assim que tem condições de voar.</p>
<p>
	Alimentação do Azulão:<br />
	A alimentação do Azulão na natureza costuma ser bastante variada, sendo composta principalmente de sementes, frutas e insetos. Em cativeiro você poderá tratar dele com uma ração comercial, facilmente encontrada em pet shops. Outros alimentos também podem ser dados, especialmente como um “agrado” para o Azulão, tais como as frutas, tenébrios, verduras…</p>
<p>
	Reprodução do Azulão:<br />
	Ele se acasala entre os meses de setembro e fevereiro, construindo o ninho a poucos metros do solo, conseguindo fazer de 3 a 4 posturas por temporada e em cada uma serão chocados de 2 a 3 ovos. Os filhotes começam a nascer com 13 e 15 dias após a postura do primeiro ovo, e como falamos, serão separados assim que já conseguirem voar e comer sozinhos.</p>
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	Fonte: https://casadospassaros.net/azulao/</p>
//www.youtube.com/embed/kzracYgRViM//www.youtube.com/embed/4jfHP1dO-AA
Pássaro SilvestreBicudoOryzoborus maximiliani<p>
	Os bicudos (Oryzoborus maximiliani) são aves passeriformes da família dos emberizídeos,<br />
	de ampla distribuição, original do Brasil oriental e central e da América do Sul tropical.<br />
	Na espécie, o macho é negro, com espéculo, axilares e lado inferior das asas brancos, e<br />
	a fêmea, por sua vez, é pardo-escura. Por causa das plantações que destroem seu habitat<br />
	natural, já desapareceu de várias regiões do Brasil.<br />
	<br />
	Devido à criação em cativeiro – autorizada pelo IBAMA – está livre de extinção.<br />
	<br />
	Em 2013, a IUCN reclassificou a espécie como vulnerável.<br />
	<br />
	Também são conhecidos pelos seguintes nomes: angulista, bico-preto, bicudo-grande,<br />
	bicudo-maior, bicudo-maquiné, bicudo-preto, bicudo-verdadeiro, cuitelão, maquiné.<br />
	<br />
	Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bicudo-verdadeiro</p>
//www.youtube.com/embed/cHvehZ0FuqI//www.youtube.com/embed/1I9pAdeosnE
Pássaro SilvestreCanário da TerraSicalis flaveola<p>
	O canário-da-terra-verdadeiro ou canário-da-terra, (nome científico: Sicalis flaveola L.), também<br />
	é conhecido no Brasil como canário-da-horta, canário-da-telha, canário-do-campo, canário-chapinha,<br />
	canário-do-chão, coroinha e cabeça-de-fogo é uma espécie de ave da família Emberizidae.<br />
	Devido à coloração amarela de suas penas, é um dos principais símbolos da Seleção Brasileira de<br />
	Futebol, intitulada "a Seleção Canarinho".<br />
	<br />
	Distribuição geográfica:<br />
	Originário da América do Sul, é encontrado na Colômbia, Equador, Venezuela, Peru, Bolívia, Brasil,<br />
	Paraguai, Uruguai e Argentina. No Brasil, podemos encontrá-lo no Maranhão, Minas Gerais, Piauí,<br />
	Ceará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte,<br />
	Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.<br />
	<br />
	Habitat:<br />
	Os Canários vivem em campos secos, áreas de agricultura, caatinga, bordas de matas, áreas de<br />
	cerrado, campos naturais, pastagens abandonadas, plantações e jardins gramados. Quando não<br />
	estão no período de acasalamento costumam ficar em bandos, podendo chegar até a grupos com<br />
	dezenas de indivíduos.<br />
	<br />
	Características:<br />
	O tamanho aproximado do canário-da-terra adulto é de 13,5 cm, apresentando uma cor<br />
	amarelo-olivácea com estrias enegrecidas nas costas e próximo das pernas. As asas e a cauda<br />
	são cinza-oliva, as pernas são rosadas e o bico tem a parte superior cor de chifre e a inferior<br />
	é amarelada. As fêmeas e os filhotes tem a parte superior do corpo na cor olivácea, com as penas<br />
	acinzentadas. Com aproximadamente 4 a 6 meses de idade, os filhotes machos começam a cantar e<br />
	levam cerca de 18 meses para adquirir a plumagem amarela características dos machos adultos.<br />
	<br />
	Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Canário-da-terra-verdadeiro</p>
//www.youtube.com/embed/_R0lx_2XxXI//www.youtube.com/embed/ZGThU27cTnA
Pássaro SilvestreColeiroSporophila caerulescens<p>
	O Coleirinho, de nome científico Sporophila caerulescens, também é conhecido como Coleirinha, Papa Capim, Papa Arroz ou Coleiro Tuí Tuí, e é uma ave do gênero Sporophila.<br />
	<br />
	Seu habitat são campos abertos e capinzais, ocorrendo praticamente em todo Brasil, com exceção da Região Amazônica e Nordeste, tornando o Coleiro um pássaro muito conhecido e criado no Brasil. Devido ao crescente desmatamento observa-se o aparecimento destas aves em regiões urbanas, sendo avistados nos quintais das casas e nas ruas das cidades, à procura de alimento. Alimenta-se principalmente de pequenas sementes. Quando criada em cativeiro, sua dieta baseia-se em alpiste. É uma ave muito aprecida por criadores, profissionais e amadores, devido à beleza de seu canto. Na região sudeste, os criadores classificam o coleirinho em dois diferentes tipos levando em consideração o seu canto: Tuí-Tuí(ou Macaquinho) e o Grego, sendo o primeiro de canto mais puro e melodioso, consequentemente mais valorizado. Reproduz-se entre agosto e fevereiro, sendo que em algumas regiões e em casos de abundância de alimento pode reproduzir-se durante todo o ano, principalmente em regiões de clima quente. Sua ninhada geralmente constitui-se de dois filhotes, os quais são valentemente protegidos pelos pais contra predadores, não obstante seu tamanho reduzido. Formam casais fiéis, e sua reprodução em cativeiro se dá facilmente, necessitando apenas de um espaço amplo, preferencialmente acima de 2 metros quadrados, sendo que sua cópula acontece com a fêmea parada e o macho a sobrevoa durante longos períodos. O macho possui um colar branco e negro ao lado da garganta, a fêmea possui cor parda, sendo mais escura nas costas.</p>
<p>
	Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Coleirinho</p>
//www.youtube.com/embed/TtTqkV-eM7E//www.youtube.com/embed/TBNoqiIOGmY
Pássaro SilvestreCurióOryzoborus angolensis<p>
	O curió (Oryzoborus angolensis) é uma ave passeriforme da família Emberizidae,<br />
	nativa do Brasil e muito apreciada pelo seu canto. Mede cerca de 15 cm, sendo<br />
	que o macho é preto na parte superior do corpo e castanho-avermelhado na parte<br />
	inferior, sendo a parte interna das asas na cor branca. Criado em cativeiro,<br />
	presta-se a torneios de canto.<br />
	<br />
	Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais húmidas de<br />
	baixa altitude e florestas secundárias altamente degradadas.<br />
	<br />
	Pode ser encontrada nos seguintes países: Argentina, Belize, Bolívia, Brasil,<br />
	Colômbia, Costa Rica, Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras,<br />
	México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Trinidad e Tobago e<br />
	Venezuela.<br />
	<br />
	No Brasil:<br />
	Constitui-se na espécie mais apreendida no combate ao tráfico de animais<br />
	silvestres no país. Graças às suas qualidades cantoras é também a espécie<br />
	que mais possui criadores registrados no chamado Sispass - cadastro junto<br />
	ao IBAMA, órgão responsável pela fiscalização e conservação da fauna.<br />
	<br />
	Iniciado em 2001 o registro dos animais criados por particulares tinha,<br />
	em 2005, 1,3 milhão de aves registadas, das quais 245.085 eram de curiós.<br />
	<br />
	Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Curió</p>
//www.youtube.com/embed/RA93XoZmneQ//www.youtube.com/embed/UujTT1twORo
Pássaro SilvestreTrinca FerroSaltator similis<p>
	O trinca-ferro ou tempera-viola (Saltator similis) é uma ave passeriforme da família Thraupidae,<br />
	que ocorre no Brasil e países limítrofes, de coloração geral olivácea, cabeça acinzentada, garganta<br />
	ocre-clara, peito e abdome cinzento-oliváceo, lavado de ocre no meio. Sua dieta baseia-se em frutos<br />
	silvestres e insetos, podendo alimentar-se também de pequenos vertebrados, inclusive atacando ninhos<br />
	de outras aves para alimentar-se de ovos e filhotes. É uma ave extremamente territorialista, onde<br />
	o macho dominante, através de seu canto extremamente alto, tenta manter afastado outros machos que<br />
	tentam adentrar seu domínio. Na natureza, o Trinca Ferro é encontrado da Bahia até o Rio Grande do<br />
	Sul. Devido a sua grande distribuição, o Trinca Ferro acabou se dividindo em cerca de 8 formas de<br />
	pássaros do gênero “Saltator”, e praticamente todas são iguais.<br />
	<br />
	O macho e a fêmea são idênticos, sendo o canto o fator que os distingue. Em alguns casos a fêmea<br />
	pode desenvolver uma espécie de canto parecido com o do macho, mas não tão alto, sendo perfeitamente<br />
	distinguível. Não se sabe ainda o motivo palo qual algumas fêmeas desenvolvem este canto. Tal fenômeno<br />
	foi observado em aves mais velhas.<br />
	<br />
	É uma ave altamente valorizada por criadores e é alvo constante de contrabandistas de animais silvestres.<br />
	Sua criação em cativeiro exige autorização especial do IBAMA, uma vez que este pássaro faz parte da fauna<br />
	brasileira. Recomenda-se, para aqueles interessados em criar esta ave, a compra de espécimes provenientes<br />
	de criadouros certificados e anilhados,a fim de evitar o contrabando de aves.<br />
	<br />
	O trinca-ferro é uma ave que, quando em cativeiro, exige uma alimentação variada e um ambiente limpo e<br />
	amplo, com exposições diárias ao sol, preferencialmente no período matutino.<br />
	Seu período reprodutivo se dá entre agosto e novembro, sendo que sua ninhada consiste normalmente em<br />
	2 ou 3 filhotes, podendo haver exceções.<br />
	<br />
	A maior dificuldade em conseguir sua reprodução em cativeiro está na alimentação dos filhotes, que<br />
	consiste basicamente em insetos, sendo que na natureza os pais fornecem uma grande variedade de<br />
	espécies a fim de conseguir todas as proteínas necessárias para o desenvolvimento necessário dos filhotes.<br />
	<br />
	Seu habitat natural é a orla das matas, dificilmente sendo encontrado em regiões de mata fechada,<br />
	preferindo viver na capoeira (vegetação). Seu tempo de vida, dura entre 8 e 12 anos.<br />
	<br />
	https://pt.wikipedia.org/wiki/Trinca-ferro</p>
//www.youtube.com/embed/IaDww9ErdQA//www.youtube.com/embed/3bPRiV64IYg